Sábado, 30 de Agosto de 2008

Fenprof estima que mais de 35 mil professores vão ficar sem colocação

FENPROF tem agendados proptestos para segunda-feira

 

A Federação Nacional de Professores (Fenprof) estima que possam ser entre 35 mil e 40 mil os docentes sem colocação este ano, tendo agendado acções de protesto para segunda-feira, dia em que mais professores "entram para o desemprego".

A Fenprof lançou hoje - quando está prevista a divulgação das listas de colocação de professores contratados - um comunicado a alertar para a "inaceitável dimensão do desemprego docente" e "crescente precariedade" no sector.

João Louceiro, coordenador nacional da Fenprof, sublinhou que "1 de Setembro é a data em que um maior número de professores entra, em simultâneo, na situação de desemprego", garantindo que a maioria dos docentes sem colocação este ano já exercia funções no ano passado.

Além dos desempregados, João Louceiro denunciou ainda a situação dos "milhares de colegas a trabalhar em precariedade absoluta". "Existem cerca de 15 mil professores que foram chamados para desenvolver o projecto de actividades de enriquecimento curricular do primeiro ciclo. A grande maioria dos professores destacados para este programa, que era uma bandeira política do Governo, está a exercer essas funções a recibos verdes, como sendo prestadores de serviços", criticou.

Segunda-feira a Fenprof vai denunciar a situação "em todo o país" através de acções à porta dos centros de emprego, onde serão distribuídos comunicados à população. Em Lisboa, a acção decorrerá em frente à Loja do Cidadão das Laranjeiras.

in, Público

publicado por Margarida às 17:42

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Quarta-feira, 27 de Agosto de 2008

Reino Unido paga para os professores aprenderem matemática no Verão

O pedido foi feito pelo próprio primeiro-ministro britânico Gordon Brown. O que fazer para melhorar a relação das crianças da nação com a Matemática? Um especialista, Peter Williams, da Universidade de Leicester, apresentou um relatório onde diz que os professores do ensino primário devem ter mais formação.

Na semana passada, o Governo anunciou que nos próximos três anos vai investir 24 milhões de libras (mais de 30,3 milhões de euros) na formação dos professores primários. Em cada escola do 1.º ciclo terá que existir um “especialista” – um docente que, ao longo de três anos consecutivos, deverá passar uma semana do seu Verão numa universidade a frequentar um curso especial de formação em Matemática. Por cada semana de curso, os professores receberão mil libras, cerca de 1260 euros. Mas os incentivos para prosseguir estudos poderão ser muito maiores.

O programa de formação tem início em 2009, deverá ser aplicado ao longo dos próximos dez anos e chegar a 13 mil professores. Edward Balls, o governante com a pasta da Educação, reiterou na semana passada a sua vontade de transformar a Matemática “na disciplina mais excitante de se ensinar e aprender”.

in, Público

 

Qualquer semelhança da aposta do governo britânico na Educação e na Matemática com a aposta do governo português, é pura ficção.

Por cá os professores pagam a sua formação e, mesmo pagando está difícil de encontrar onde e com qualidade.

publicado por Margarida às 11:48

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Setenta mil fora do ensino público

A rede pré-escolar é outro problema apontado pela Fenprof, recordando que há 70 mil crianças que estão fora do sistema público, assim como a "tendência regressiva no apoio a crianças com necessidades educativas especiais", havendo actualmente menos 40.000 alunos com apoio educativo especializado.

Por outro lado, a Fenprof afirma que existe "um claro défice de professores", designadamente para o desenvolvimento de projectos de promoção do sucesso escolar e de combate ao abandono", apesar dos programas desenvolvidos pelo Governo que "conferem novos diplomas supostamente correspondendo a novas qualificações, mas que, na prática, não se transformam em ‘novas oportunidades’ para os trabalhadores portugueses".
"É pouco o investimento na formação especializada e complementar de docentes em áreas fundamentais como são a da educação especial, da gestão curricular ou da supervisão educativa, ao mesmo tempo que a formação contínua está, praticamente, sem financiamento, o que tem obrigado milhares de professores, ilegalmente, a pagarem a sua própria formação profissional, a qual é do interesse geral do país", sustenta a estrutura sindical. Quanto ao eventual aumento de verbas para o Ensino Superior, a federação sindical afirma que "redundará, na realidade, numa fortíssima diminuição".

Para a Fenprof, a verba destinada ao Ensino Superior corresponderá a uma quebra orçamental de cerca de dez por cento para a maioria das instituições, cujo orçamento de funcionamento proveniente do orçamento já não chega sequer para pagar ao respectivo pessoal, o que representa uma "grave contradição para um Governo que tem falado que em 2009 haveria uma ‘aposta forte no Ensino Superior’".

 

in, Público

 

publicado por Margarida às 11:22

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Aumentos no Orçamento de Estado não colmatam últimos cortes, acusa Fenprof

 

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) considerou hoje que os eventuais aumentos de verbas destinadas aos ministérios da Educação e do Ensino Superior para 2009 "não colmatam" os cortes dos últimos anos, nem permitem resolver os "problemas" existentes.
O jornal “Diário Económico” avançou ontem os "plafonds" preliminares de despesas para o Orçamento de Estado de 2009, que indicam um aumento de 10,8 por cento das despesas de investimento e 3,4 por cento das despesas de funcionamento do Ministério da Educação (ME). O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior recebe mais 39,9 por cento para funcionamento do que o orçamentado em 2008.
Para a Fenprof, "as percentagens apresentadas correspondem a uma tímida reposição dos cortes impostos pelo Governo nos últimos anos no âmbito do Orçamento de Estado". Em comunicado, a federação sindical recorda o valor da verba para a Educação em 2008 que "atingiu o mínimo histórico de 3,5 por cento do Produto Interno Bruto, na sequência de sucessivas reduções verificadas ao longo da actual legislatura".
Ao confirmar-se esse aumento de verbas para o ME, a federação alerta que não irá resolver os "problemas", como as "mudanças necessárias" nos actuais estatutos de carreira - para a "justa revalorização material e social dos profissionais docentes" -, uma "maior estabilidade no emprego" e uma "política de combate ao trabalho precário num momento em que o número de professores fora da profissão é superior a 30 por cento dos que se encontram no activo".
in, Público

 

Trata-se do inicio do plano de propaganda eleitoral que, como já percebemos, tem por centro a Educação. Este suposto aumento de verbas para a Educação, mais não é do que a reposição do que tem vindo a ser retirado, para agora, em grande apoteose, se anunciar uma pretensa aposta no sector.

A propaganda eleitoral centrada na escola é uma boa aposta do nosso primeiro-ministro, é a forma mais fácil de atingir e adormecer as famílias no que cada uma tem de prioritário - os filhos.

Por onde anda a oposição neste país? Ainda de férias!!

publicado por Margarida às 10:55

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Sábado, 23 de Agosto de 2008

Horários / Componente lectiva

Relembrando o conceito de componente lectiva definido no ECD.

 

A componente lectiva corresponde ao número de horas de aulas leccionadas e abrange todo o trabalho efectuado com a turma durante o período de leccionação de cada disciplina ou área curricular não disciplinar e encontra-se fixada de acordo com o quadro seguinte: ECD Art.º 78.º n.º 2 e art.º 77º

 

publicado por Margarida às 18:26

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Horários / Horas Supervenientes

Nunca é demais relembrar...

 

Em horários com componente lectiva inferior a 14 horas não há lugar à atribuição dos tempos identificados na coluna 3. Despacho n.º 19117/2008, de 17.07 art.º 3, n.º 3

 

publicado por Margarida às 18:12

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Distribuição de serviço docente IV

Componente Não Lectiva

 

A componente não lectiva de serviço docente inclui a componente de trabalho individual e a componente de trabalho no estabelecimento.

 

A componente não lectiva de trabalho individual destina-se à preparação de aulas, avaliação do processo de ensino aprendizagem, elaboração de estudos e trabalhos de natureza pedagógica ou científico-pedagógica); Despacho n.º 19117/2008, de 17.07 art.º 5º, n.º 1

A componente não lectiva de trabalho a nível de estabelecimento é desenvolvido sob a orientação das respectivas estruturas pedagógicas intermédias em actividades tais como:

  • Avaliação de desempenho de outros docentes;
  • Direcção de turma;
  • Coordenação de estruturas de orientação educativa: departamentos curriculares, coordenação ou direcção de cursos, sejam eles profissionais, de educação e formação ou outros;
  • Direcção de instalações;
  • Coordenação da biblioteca escolar;
  • Coordenação de ano ou de ciclo;
  • Coordenação de TIC;
  • Coordenação de clubes e ou projectos;
  • Funções no âmbito do desporto escolar;
  • A substituição de outros docentes do mesmo agrupamento de escolas ou escola não agrupada na situação de ausência de curta duração, nos termos do n.º 5 do artigo 82.º do ECD;
  • Orientação e acompanhamento de alunos nos diferentes espaços escolares;
  • Dinamização de actividades de enriquecimento e complemento curricular, incluindo as organizadas no âmbito da ocupação plena dos tempos escolares;
  • O apoio individual a alunos;
  • Frequência de acções de formação contínua que incidam sobre conteúdos de natureza científico-didáctica com estreita ligação à matéria curricular que lecciona, bem como as relacionadas com as necessidades de funcionamento da escola definidas no respectivo projecto educativo ou plano de actividades, sempre que decorram fora dos períodos de interrupção das actividades lectivas, caso em que serão deduzidas na componente não lectiva de estabelecimento a cumprir pelo docente no ano escolar a que respeita.

     

A componente não lectiva de estabelecimento dos educadores de infância e dos professores do 1.º CEB é ainda utilizada na supervisão pedagógica, na avaliação, no acompanhamento da execução de actividades de animação e de apoio à família, no âmbito da educação pré-escolar, bem como em actividades de enriquecimento curricular no 1.º ciclo do ensino básico. Despacho n.º 19117/2008, de 17.07 art.º 6º, n.ºs 1 e 2

 

Nota Importante:

Tenho tido conhecimento de escolas que estão a considerar a Direcção de Turma como actividade LECTIVA. Como se pode confirmar pelo despacho supracitado, a Direcção de Turma deve ser considerada como actividade não lectiva e ser contabilizada como tal, para a definição do número de horas supervenientes que o professor terá de marcadar no seu horário.

publicado por Margarida às 17:58

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Quinta-feira, 21 de Agosto de 2008

Distribuição de serviço docente III

 

Redução da Componente lectiva

 

Docentes do 2º e 3º CEB, Ensino Secundário e Educação Especial - Artigos 79 do ECD

 

      Idade        Anos / Serviço     Redução   Ens.Diurno Ens.Nocturno
Menos de 50 Menos de 15 0 22 15
50 a 55 15 a 20 2 20 14
55 a 60 20 a 25 4 18 12
60 ou mais 25 ou mais 8 14 10

 

A redução da componente lectiva (art.º 79º do ECD) determina o acréscimo correspondente da componente não lectiva a nível de estabelecimento, que deve constar no respectivo horário. Despacho n.º 19117/2008, de 17.07, art.º 4º, n.º 3

 

A aplicação do disposto no artigo 79.º do ECD determina a impossibilidade de prestação de serviço lectivo extraordinário, salvo nas situações em que tal se manifeste necessário para a completação do horário semanal do docente.

Os docentes que já beneficiam duma redução da componente lectiva por idade e tempo de serviço ao abrigo do estabelecido pelo anterior ECD, mantêm essa redução, mas o novo direito só se efectuará estando cumpridos os requisitos descritos no quadro anterior.

As reduções por idade e tempo de serviço apenas produzem efeitos no início do ano escolar imediato ao da verificação dos requisitos exigidos. ECD Art.º 79.º, n.º 4

 

Exercício de funções de avaliador e cargos de natureza  pedagógica

 

O desempenho de funções de avaliador ou de cargos de natureza pedagógica pode dar lugar à redução efectiva da componente lectiva, se se encontrarem esgotadas o n.º de horas de redução ao abrigo do art.º 79º do ECD e da componente não lectiva a nível de estabelecimento de que o docente disponha.

 

Exercício das funções de avaliador de outros docentes

 

Os docentes que exercem a função de avaliadores têm uma hora semanal por cada 4 docentes a avaliar.

Se as horas de componente não lectiva de estabelecimento e as horas de redução de que o docente usufrui ao abrigo do artigo 79º do ECD forem insuficientes procede-se à redução da componente lectiva do docente.

 

Tratando-se de pessoal docente da educação pré-escolar e do 1º ciclo do ensino básico, e o docente avaliador tiver mais do que 7 docentes a avaliar pode optar por ficar sem grupo ou turma atribuído, exercendo as horas correspondentes à componente lectiva não utilizada nas funções de avaliação de desempenho, na coordenação das actividades da componente de apoio à família, apoio educativo e apoio ao estudo aos alunos do 1º ciclo do ensino básico.

Os docentes que ficam sem turma, só podem delegar noutro a avaliação dos docentes desde que tenham para avaliar mais de 21 docentes. É o docente avaliador que decide o número de docentes a avaliar, nada impede que ele possa avaliar mais de 21 docentes. A definição do número de docentes a avaliar, bem como a nomeação dos avaliadores deve ter em conta o número de docentes existentes nos departamentos, bem como o restante serviço existente na escola. As horas não utilizadas nas funções de avaliação de docentes, são prestadas em apoio educativo aos alunos.

 

Ao pessoal docente da educação pré-escolar e do 1º ciclo do ensino básico que exerça as funções de avaliador e tenha grupo ou turma atribuído, não devem ser distribuídas as actividades de apoio ao estudo, referidas no n.º 11 do Despacho n.º 14460/2008, de 26 de Maio, já que essas horas serão destinadas ao exercício das funções de avaliação dos docentes.

 

Cargos de orientação educativa que dão sempre lugar à redução da componente lectiva:

Podem ainda usufruir da atribuição da redução da componente lectiva os seguintes cargos de natureza pedagógica, quando o docente não beneficiar de redução no âmbito do Artigo 79º, do ECD, ou, beneficiando deste direito, seja necessário completar a redução prevista para o exercício do cargo, havendo ainda a possibilidade de o Órgão de Gestão entender que o tempo em falta possa ser completado com recurso às horas de componente não lectiva de trabalho no estabelecimento:

Outros cargos de orientação educativa exercidos no âmbito da componente não lectiva, que conjugam a utilização prioritária do previsto no Artigo 79º, do ECD, com as horas de componente não lectiva de trabalho no estabelecimento: Desp. nº 17860/2007, de 13/08, art.º 7.º, n.º 4 a) e b)

  • Membro da equipa da Biblioteca/CR – número de horas a definir pela escola (utilização prioritária do art.º 79.º do ECD ou CNL);
  • Coordenador Pedagógico no âmbito do Clube de Desporto Escolar – número de horas a definir pela escola (utilização prioritária do art.º 79.º do ECD ou CNL);
  • Director de Instalações – número de horas a definir pela escola no RI (utilização prioritária do art.º 79.º do ECD ou CNL)

     

OBS - Os cargos aqui referenciados bem como as remunerações, dizem respeito a diplomas já revogados: DL nº 115-A,/98 de 04/05, Decreto Regulamentar nº 10/99, de 21/07 e DL nº 355-A/98, de 13/11. Ver Artigos nº 53º e 54º do DL 75/2008, de 22/04.

 

Cargos que, obrigatoriamente, têm de ser desempenhados por docentes com a categoria de professor titular: ECD Art.º 35.º, n.º 4

  • A coordenação pedagógica do ano, ciclo ou curso;
  • A direcção de centros de formação das associações de escolas;
  • A coordenação de departamentos curriculares e conselhos de docentes;
  • O exercício das funções de acompanhamento e apoio à realização do período probatório;
  • A elaboração e correcção das provas nacionais de avaliação de conhecimentos e competências para admissão na carreira docente;
  • A participação no júri da prova pública para admissão ao concurso de acesso à categoria de professor titular.

Outros cargos e/ou funções que podem dar lugar a redução de componente lectiva Desp. 14310/2008, de 23/05

  • Coordenador do CNO;
  • Docente com funções de profissional RVC ;
  • Mediador no âmbito dos Cursos EFA – 2 horas lectivas semanais por cada grupo de formação, previsto no Artigo 19º, da Portaria nº 230/2008, de 07/03;
  • Coordenador para acompanhar e articular as ofertas de qualificação integradas no Sistema Nacional de Qualificações (Coordenador dos Cursos EFA?) – redução de 6 ou 12 horas, em função do número de tipos de oferta de qualificação existentes no Agrupamento/Escola. O docente que assuma esta função tem de ser um Vice-Presidente do Conselho Executivo, um Adjunto ou um Assessor.

     

Os docentes que desempenhem estes cargos devem leccionar pelo menos uma turma (excepto se exercerem as funções em regime de tempo integral).

O tempo destinado a estas funções deve ser prioritariamente exercido no âmbito das horas de redução de componente lectiva proveniente do Artigo 79º, do ECD, conjugadas com as horas de CNL de trabalho no estabelecimento. Sendo estas horas insuficientes, há lugar à redução de componente lectiva.

 

Cargos ao nível da gestão das escolas: Vice-Presidentes e Assessores

Dado que não foi ainda publicado qualquer normativo sobre esta matéria, foi decidido que na preparação do novo ano lectivo deveriam ser tidas em conta os critérios vigentes nos anos lectivos anteriores.

 

publicado por Margarida às 21:32

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Distribuição de serviço docente II

Componente lectiva

 

Em cada grupo de recrutamento os horários docentes são completos;
Todos os docentes que não tenham horário devem ser indicados para concurso de destacamento por ausência de componente lectiva.

Não é permitida a distribuição ao docente de mais de 6 horas lectivas (45 minutos) consecutivas nem mais de 2 turnos diários( só excepcionalmente se poderá incluir num terceiro turno a participação em reuniões de natureza pedagógica). ECD Art.º 78.º , n.º 13 e Despacho n.º 19117/2008, de 17.07, art.º 3º, n.º 5

 

Se, nalguns grupos de recrutamento o número de horas docentes disponíveis for insuficiente para completar todos os horários dos docentes do quadro ter em atenção:

  • Os docentes podem leccionar toda e qualquer disciplina, mesmo noutro ciclo ou nível de ensino, para a qual tenham habilitação adequada, independentemente do grupo para o qual foram recrutados; Despacho n.º 19117/2008, de 17.07, art.º 10º, n.º 3
  • Deve-se iniciar a distribuição de serviço construindo horários completos;
  • Por grupo de recrutamento só poderá haver um e um só horário com insuficiência de tempos lectivos;
  • Não devem ser atribuídas horas extraordinárias a nenhum docente do respectivo grupo;
  • Havendo horários zero estes devem ser identificados para efeito de destacamento por ausência da componente lectiva ou afectação.

A contratação de docentes só pode acontecer quando todos os docentes do quadro tiverem horário completo.

 

publicado por Margarida às 21:15

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Distribuição de serviço docente I

Componente Lectiva

 

A componente lectiva corresponde ao número de horas de aulas leccionadas e abrange todo o trabalho efectuado com a turma durante o período de leccionação de cada disciplina ou área curricular não disciplinar e encontra-se fixada de acordo com o quadro seguinte: ECD Art.º 78.º n.º 2 e art.º 77º

Na organização da componente lectiva semanal dos docentes é aplicável a seguinte tabela: Despacho 19117/2008, artigo 3, n.º 2

 

Componente lectiva

Artigos 77º e 79 do ECD

 

Tempos lectivos

segmentos de 90minutos

Tempos p/ actividades

de Apoio Educativo

(blocos 90minutos)

22 11 1
20 10 1
18 9 1
16 8 0,5
14 7 0,5

 

Os tempos constantes da coluna 3 da tabela deverão ser destinadas preferencialmente a actividades de apoio educativo, complemento curricular e de reforço das aprendizagens dos alunos, designadamente para implementar planos de recuperação, acompanhamento e desenvolvimento.

É também importante que a gestão destes tempos possa ser efectuada com alguma flexibidade de modo a que eles se possam adequar aos diferentes horários das turmas que o professor lecciona. Tal só é possível se isso for tido em conta na elaboração dos horários e na gestão flexível destes tempos.

Em horários com componente lectiva ( aulas curriculares efectivamente leccionadas às turmas) inferior a 14 horas não há lugar à atribuição dos tempos indicados na coluna 3. Despacho nº 19117/2008, de 17.07 artigo 3, n.º 3

publicado por Margarida às 16:04

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Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

PEDIDO DE HORÁRIOS – NECESSIDADES RESIDUAIS ANO LECTIVO DE 2008/2009

Direcção de Serviços de Recrutamento do Pessoal Docente - DGRHE

  Nota Informativa
 
Na distribuição de serviço docente é aconselhável que os órgãos de gestão adoptem critérios de bom aproveitamento da componente lectiva de todos os docentes. Sendo necessário que a nível central se efectue uma rentabilização dos docentes dos quadros ainda por colocar, o que só pode acontecer com a colaboração dos Agrupamentos e Escola não agrupadas, enumeram-se, de seguida, alguns procedimentos importantes, prévios à requisição de horários nas necessidades residuais.
 
1. Órgãos de gestão
 
Na medida em que não foi ainda publicada nova legislação relativa às reduções da componente lectiva dos membros dos órgãos de gestão, no seguimento do Decreto-Lei nº 75/2008, mantêm-se os critérios vigentes no ano lectivo anterior.
 
2. Primeiro Ciclo
 
O Despacho nº 19117/2008, de 17 de Julho, veio possibilitar que os docentes da educação Pré-escolar e 1º Ciclo pudessem ficar sem turma atribuída para exercício das funções inerentes à avaliação de docentes. O despacho fixa critérios e limites para atribuição dessas horas que terão que ser respeitados. Na página da DGRHE (área das escolas – distribuição de serviço) existe uma explicação exaustiva para apoio a este planeamento
http://www.dgrhe.min-edu.pt/Portal/WebForms/Escolas/DistribuicaoServicoDoc.aspx Estes docentes não têm turma atribuída, mas cumprem a sua componente lectiva em horas de apoio educativo.
Deste modo, as horas de apoio educativo do 1º ciclo, calculadas de acordo com a fórmula prevista no nº 4, do artigo 12º do referido despacho, deverão ser atribuídas a esses docentes, bem como a outros que não tenham a componente lectiva ainda preenchida. A componente lectiva dos docentes do 1º Ciclo que pertencem ao órgão de gestão é cumprida em horas de apoio educativo. Há escolas que têm colocados em grupos de Educação Especial, docentes oriundos do grupo 110. Será importante verificar se estes docentes têm serviço lectivo completo. Caso tal não aconteça, os docentes poderão também prestar apoio educativo às turmas do 1º Ciclo.
 
3. Docentes de línguas – 2º, 3º Ciclos e Secundário
 
Nos quadros de zona pedagógica existe um número considerável de docentes de Português (grupo 300) e de Inglês (grupo 330) que, não tendo componente lectiva, aguardam ainda colocação. É, assim, importante que as necessidades das escolas, ao nível das línguas, surjam nestes grupos. Para tal, as escolas devem atribuir as horas de Latim, Francês e de Alemão a docentes já colocados na escola, fazendo com que novas necessidades que possam existir aconteçam nos grupos de Português (300) ou de Inglês (330). De igual modo, as escolas têm nos grupos 300 e 330 docentes com formação que lhes permite leccionar disciplinas do 2º ciclo. Se esse serviço lhes for atribuído, libertam, para concurso, as horas de 3º ciclo em Português e Inglês. Estas medidas são vantajosas para todos os professores dos quadros, já que permite colocar os professores do grupo 300 e 330 sem colocação e não prejudica os alunos porque o serviço é distribuído a docentes com formação para tal.
 
4. Pedidos de horários
 
Nos dias de pedidos de horários, a DGRHE terá disponível uma aplicação de pergunta resposta de modo a poder ajudar e prestar esclarecimentos aos Agrupamentos e Escolas não agrupadas.

 

publicado por Margarida às 11:39

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Terça-feira, 12 de Agosto de 2008

55 mil peças de dominó

Com 16 anos, o jovem alemão Max Poser conseguiu juntar 55 mil peças de dominó , com a ajuda dos seus colegas da escola de Goottfried-Kinkel e montaram um espectáculo fabuloso de derrube das peças que se polongou por cerca de 15 minutos.

Neste país não existe, certamente, uma coisa chamada "MAGALHÃES". 

publicado por Margarida às 20:35

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Beneficiários de apoio escolar avisados por carta

Segurança Social vai enviar por correio declaração que terá de ser entregue nas escolas

 

A Segurança Social vai enviar, até final do mês, uma declaração aos beneficiários do 1º,2º e 3º escalões do abono de família, para que fiquem a saber os apoios a que cada filho terá direito na escola, a partir de Setembro.

As famílias que pertençam aos primeiros três escalões do abono de família podem esperar uma carta da Segurança Social até início de Setembro. A razão é simples: explicar as novas regras da Acção Social Escolar (ASE) a que os filhos terão direito, juntando a declaração que, antes da abertura das aulas, terão de entregar nas escolas juntamente com o boletim de candidatura.

(...)

 As famílias cujo rendimento mensal 'per capita' seja menor ou igual a 198,93 euros pertencem ao 1.º escalão do abono de família e terão direito, nomeadamente, a refeições gratuitas e ao pagamento integral dos manuais obrigatórios. Ao 2º escalão pertencem os agregados que auferem entre 198,93 e 397,86 euros por mês. Estas famílias terão direito a 50% dos apoios entregues aos beneficiários do escalão A.

(...)

As famílias cujo rendimento mensal, 'per capita', oscile entre os 397,86 e os 596,79 pertencem ao 3º escalão do abono e terão acesso ao programa e-escolas para compra de computadores.

 

 

Despacho n.º 20956/2008 - Acção Social Escolar

 

 

publicado por Margarida às 19:15

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Segunda-feira, 11 de Agosto de 2008

Golpe de propaganda desmascarado... pela blogosfera

 
Acabado de receber por mail:
 
O computador "Magalhães"- uma aldrabice que a Televisão não descobriu
 
Condensei alguma informação interessante sobre este engano ao povo português...
"Magalhães" - o mais escandaloso golpe de propaganda do ano

Os noticiários abriram há dias, com pompa e circunstância, anunciando o lançamento do "Primeiro computador portátil português", o "Magalhães".A RTP refere que é "um projecto português produzido em Portugal"A SIC refere que "um produto desenvolvido por empresas nacionais e pela Intel" e que a "concepção é portuguesa e foi desenvolvida no âmbito do Plano Tecnologico."Na realidade, só com muito boa vontade é que o que foi dito e escrito é verdadeiro. O projecto não teve origem em Portugal, já existe desde 2006 e é da responsabilidade da Intel. Chama-se Classmate PC e é um laptop de baixo custo destinado ao terceiro mundo e já é vendido há muito tempo através da Amazon.As notícias foram cuidadosamente feitas de forma a dar ideia que o "Magalhães" é algo de completamente novo e com origem em Portugal. Não é verdade. Felizmente, existem alguns blogues atentos. Na imprensa escrita salvou-se, que se tenha dado conta, a notícia do Portugal Diário: "Tirando o nome, o logótipo e a capa exterior, tudo o resto é idêntico ao produto que a Intel tem estado a vender em várias partes do mundo desde 2006. Aliás, esta é já a segunda versão do produto."Pelos vistos, o jornalista Filipe Caetano foi o único a fazer um trabalhinho de investigação em vez de reproduzir o comunicado de imprensa do Governo.
A ideia é destruir os esforços de Negroponte para o OLPC. O criador do MIT Media Lab criou esta inovação, o portátil de 100 dólares...A Intel foi um dos parcceiros até ver o seu concorrente AND ser escolhida como fornecedor. Saiu do consórcio e criou o Classmate, que está a tentar impor aos países em desenvolvimento. Sócrates acaba de aliar-se, SEM CONCURSO, à Intel, para destruir o projecto de Negroponte. A JP Sá Couto, que ja fazia os Tsunamis, tem assim, SEM CONCURSO, todo o mercado nacional do primeiro ciclo.Tudo se justifica em nome de um número de propaganda política terceiro-mundista.Para os pivots (ex-jornalistas?) Rodrigues dos Santos ou José Alberto Carvalho, o importante é debitar chavões propagandísticos em vez de fazer perguntas. Se não fosse a blogosfera - que o ministro Santos Silva ainda não controla - esta propaganda não seria desmascarada. Os jornalistas da imprensa tradicional têm vindo a revelar-se de uma ignorância, seguidismo e preguiça atroz.
João Ricardo Mendes

 

publicado por Margarida às 12:32

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Domingo, 10 de Agosto de 2008

Hinos em Horários Escolares

Tears Dry on Their Own - Amy Winehouse

 

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publicado por Margarida às 22:47

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"O MAGALHÃES"

O choque tecnológico está a chegar às escolas portuguesas. Os alunos portugueses vão ter direito ao Magalhães, um computador produzido pela Intel e subsidiado pelo Governo português. Os governantes acreditam que se juntarmos boa tecnologia (concebida nos Estados Unidos, produzida no Extremo Oriente e embalada em Portugal) a maus alunos, más escolas e maus professores vamos obter génios da física e da matemática.

Alguém anda a confundir as causas com as consequências. A tecnologia não produz físicos e matemáticos. Os físicos e os matemáticos é que produzem tecnologia. Os alunos portugueses têm hoje acesso a computadores baratos porque alguns dos melhores alunos americanos andaram durante décadas a estudar Física e Matemática. A tecnologia é o resultado de bons alunos. Não são os bons alunos que resultam da tecnologia.
(...)

 O Plano Tecnológico aplicado à educação não passa de pensamento mágico. A história de Bill Gates e Paul Allen sugere que a inovação não resulta da massificação de um produto de consumo. No caso da Microsoft, a inovação (essencialmente comercial) resultou do trabalho de um número reduzido de indivíduos dedicados e com acesso a uma tecnologia rara mas com grande potencial de crescimento.

 

João Miranda, in DN

publicado por Margarida às 22:13

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Sábado, 2 de Agosto de 2008

Propaganda ao rubro

Prémio de Mérito Ministério da Educação distingue melhores alunos do ensino secundário

O Prémio de Mérito Ministério da Educação é instituído com o objectivo de distinguir, em cada escola, o melhor aluno do ensino secundário dos cursos científico-humanísticos e dos cursos profissionais ou tecnológicos.

E-escolinha permite o acesso a 500 mil computadores aos alunos do 1.º ciclo

 O programa e-escola vai ser alargado aos alunos do 1.º ciclo, com a designação de e-escolinha, permitindo o acesso, já no próximo ano lectivo, a 500 mil computadores portáteis vocacionados para crianças dos 6 aos 11 anos.

Ministério da Educação oferece um livro a todos os alunos do 1.º ano

O Ministério da Educação vai oferecer um livro a todos os 115 mil alunos do 1.º ano de escolaridade, no início do próximo ano lectivo, numa iniciativa que pretende assinalar o início da vida escolar dos alunos, incentivando, desde cedo, o gosto pela leitura.

 Sócrates anuncia alargamento do programa de entrega de computadores ao 7º ano de escolaridade 

O primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou que no próximo ano lectivo o programa de entrega de computadores portáteis e acesso à banda larga será alargado a todos os alunos entre o 7º e 9º ano de escolaridade.

 

O circo está armado! O primeiro-ministro e o ME preparam-se para o arranque do próximo ano lectivo com a maior campanha mediática alguma vez realizada no país, de limpeza da opinião pública.

Que significado poderá ter esta política de facilidade aparente, quando a miséria é o prato mais servido na mesa das famílias portuguesas?

Que legitimidade tem um governo para se impor às decisões dos pais, no que diz respeito aos princípios educativos e de vida que cada família pretende passar aos seus filhos?

Das crianças dos 6 aos 11 anos é esperado que aprendam a escrever com o lápis e a caneta e que desenvolvam o gosto pela escrita. É esperado que despertem para a leitura e descubram o prazer de ler uma bela história num livrinho colorido.

Os brinquedos, é esperado que lhos sejam dados pelos pais, como presentes...

E livros... As famílias portuguesas já não podem comprar um livro para os seus filhos!!

Tanta generosidade do senhor primeiro-ministro!!!

Porque será que a opção das ofertas não recaiu sobre os manuais escolares?

Será porque não compram as cabecinhas dos alunos?

Será porque a Intel, a Vodafone ou a TMN são parceiros económicos mais apetecíveis e generosos?

Vejo nesta medidas uma mega operação de propaganda e de ataque aos professores e às famílias que, mais uma vez, foram ignorados. Sua Ex.cia decide e executa.

Num ano lectivo que sabemos se prevê de forte contestação da classe docente, esta limpeza da opinião pública só pode ser mera coincidência.

Aos professores resta esperar, calma e sabiamente, que este circo comece a revelar o quanto tem de nefasto e insane.

Não se educam gerações de crianças e jovens com políticas de "prendas" que têm por objectivo corromper mentalidades e comprar consciências. A educação é um processo sério, difícil e longo que se constrói dia a dia, com persistência e rigor e com quem está , em cada instante, ao lado das crianças e dos jovens. Esses são os professores e as famílias.

 

 

publicado por Margarida às 22:51

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