Segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Nova potencialidade do OVO

Falando português claro para que todos entendamos claramente, analisemos:

Andámos nós, os "paspalhos" dos professores e não só, há vários meses a tentar explicar à senhora ministra o problema delicada que é juntar no mesmo saco, faltas justificadas e faltas injustificadas, previsto no actual estatuto do aluno;

De igual forma, ordeira e civilizadamente e com grande sentido de responsabilidade, os mesmos "paspalhos" organizam manifestações ao sábado para não perturbar a ordem pública, com o fim de mostrar que há outro problema igualmente delicado, o estatuto da carreira docente.

E o que conseguimos?

Teimosia, prepotência e - é assim porque eu quero!

A verdade é que os professores não percebem nada de política, em do estatuto do aluno e muito menos do estatuto da carreira docente.

A resposta, afinal era simples! ESTÁ NO OVO!

 

E assim ganha o OVO uma nova potencialidade...

 

Reacções positivas ao ovo:

 

Ministra altera estatuto do aluno e volta a aceitar faltas justificadas sem exame extra

 

 

publicado por Margarida às 15:56

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Sábado, 15 de Novembro de 2008

PETIÇÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO

SR.ª MINISTRA DA EDUCAÇÃO

Nota Introdutória:

Nós os Pais e Encarregados de Educação autores desta petição, nós os que frequentemente olhamos os nossos filhos enquanto brincam e se divertem, e invariavelmente os imaginamos daqui a muitos anos com os seus e os nossos sonhos, desejando que alcancem uma vida plena. Nós, aqueles que projectam para os seus filhos as competências para a participação numa sociedade de sucesso, e que neles vêem o futuro e a garantia de uma herança cultural colectiva; nós, esses mesmos, também temos uma palavra a dizer.
 

 

PETIÇÃO À SENHORA MINISTRA DA EDUCAÇÃO
*********************************************
Dr.ª Maria de Lurdes Rodrigues:

Nós os Pais e Encarregados de Educação declaramo-nos preocupados.

A situação a que chegámos é talvez o culminar da “tomada de assalto” das escolas pela burocracia e pelas elites que fomos criando em muitos anos de políticas educativas atípicas para a própria condição humana. Ela reflecte bem o estado geral da educação em Portugal, e não augura nada de bom se não ponderarmos o rumo em que estamos lançados.

Várias ameaças pairam sobre a educação nacional neste momento, sobre as quais tecemos as seguintes considerações:
(...)

Subscrever aqui

 

 

publicado por Margarida às 23:12

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Domingo, 21 de Setembro de 2008

Divergência!!! Onde?

Ministra rejeita divergências com Cavaco sobre escolaridade obrigatória 

 

A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, rejeitou hoje qualquer divergência com o Presidente da República, Cavaco Silva, sobre o alargamento da escolaridade obrigatória até ao 12º ano, sublinhando que esse objectivo pode ser alcançado de diversas formas.

"Não há nenhuma divergência de pontos de vista nesta matéria. A ambição e as metas do país são o nível de ensino secundário para todos. O modo como este objectivo se alcança pode ser diverso e podemos trabalhar sobre diferentes propostas", afirmou a titular da pasta da educação, depois de visitar uma escola em Évora.

Na segunda-feira, Cavaco Silva defendeu o alargamento da escolaridade obrigatória até ao 12º ano, manifestando a sua convicção de que esta é uma "meta para o futuro" que não demorará muito a ser definida e afirmando que este objectivo é "fundamental para o desenvolvimento e progresso" do país. in, Público

Há divergir claramente e há quem ande às voltas  na divergência... 

Divergir! Eis a questão

publicado por Margarida às 11:40

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Terça-feira, 3 de Junho de 2008

Telemóveis nas aulas - Mais do mesmo

Alunos nas aulas com telemóvel

 

Estar numa sala de aulas não é razão para a maioria dos jovens deixar de utilizar o telemóvel. Um estudo do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) conclui que seis em cada dez alunos mantém o telemóvelligadona escola. Até porque a maioria (57%) afirma que se sente "muito ansioso quando não pode ter" o aparelho e 74% diz que o telemóvel "só lhe é útil se estiver constantemente ligado".
 

De acordo com os autores do "E-generation: os usos de media pelas crianças e jovens em Portugal", são muito poucos os que não têm telemóvel (a maioria recebeu um aos 11 anos). E menos ainda os que imaginam as suas vidas sem este meio de fazer chamadas e trocar mensagens com os amigos. Em média, fazem 3,6 telefonemas por dia e enviam 26 mensagens, refere a investigação, baseada num inquérito a 1353 crianças e jovens até aos 18 anos. Mas há quem chegue às 80 chamadas diárias e às 99 SMS.

O uso de telefone é tão comum que 21% admite nunca desligar nem retirar o som do aparelho em velórios e funerais, em missas (23%) ou em consultas e tratamentos médicos (29%).

"Não é aceitável e evidencia quase o comportamento aditivo", comenta Fernando Gomes da Confederação das Associações de Pais (Confap). Afirmando não "ficar surpreendido" com estes resultados, o representante dos pais sublinha a necessidade de uma educação para o uso destes aparelhos. "Muitas escolas têm nos seus regulamentos proibições de uso, mas que não são respeitadas pelos alunos", lembra, acrescentando, no entanto, "que esta proibição deve ser respeitada por todos", incluindo os professores.

 

O estudo não revela nada de novo. A dependência que os jovens têm em relação ao telemóvel é preocupante e deve merecer uma acção persistente por parte dos pais, no sentido de educar para a utilização saudável e segura deste equipamento.

Esquecemos, muitas vezes, que o uso do telemóvel pode ser pernicioso, principalmente se pensarmos que a maior parte dos jovens têm telemóveis com câmara, o que convida à circulação de fotografias ou vídeos, muitas vezes feitos pelos próprios, expondo a sua intimidade sem se darem conta dos perigos.

Estas situações só são tidas em consideração pelos pais, quando confrontados com o uso  que os seus filhos dão ao telemóvel e que não se limita a falar e a trocar mensagens.

É nas escolas que se detectam estas situações mais graves e, são também as escolas que alertam os pais e procuram, depois, apoio psicológico para apoiar os meninos.

 

Lamento a atitude do senhor Fernando Gomes da Confederação das Associações de Pais (Confap) que de forma irreflectida mistura alhos com bugalhos, o que também não é novo na Confap. Mais, lembro que os professores não correm o risco de usar o telemóvel em seu prejuízo, e ainda, que a proibição do uso do telemóvel consta do Estatuto do Aluno e não do Estatuto da Carreira Docente.

 

publicado por Margarida às 18:56

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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

Chumbar é retrógrado?

Muito do que politicamente este Governo tem decidido não se orientou para a maior e melhor aprendizagem dos alunos

 

Em entrevista à SIC Notícias, a 12 de Abril, e nesta coluna, a 16 do mesmo mês, expus as razões que me levaram a considerar estrategicamente errada a decisão da Plataforma Sindical, conducente à assinatura de um 'entendimento' com o Ministério da Educação. O que teria acontecido se a actuação da plataforma fosse diversa, ninguém, em rigor, poderá afirmar. Sobre isso, apenas poderemos especular. Mas temos factos, esses evidentes, passe o pleonasmo, que nos permitem perceber que a coesão dos professores sofreu um rombo sério, enquanto a ministra ganhou novo folgo.


A continuidade anunciada dos protestos dos docentes tem-se saldado por sucessivos 'flops': os 100.000 de 8 de Março deram lugar a centenas de agora, aqui e acolá; Dias da Silva, reeleito secretário-geral da FNE em lista única, já prenunciou que a convergência com a Fenprof mudará de figurino; os movimentos autónomos dos docentes renegaram a simbiose com a plataforma, que acusaram de subserviência a lógicas marginais; em expressivo conjunto de escolas assiste-se a uma movimentação significativa para cumprir, até antes do tempo, o processo de implementação do contestado modelo de gestão; quanto à avaliação do desempenho, causa próxima do desacordo que terminou em 'entendimento', lá vai seguindo a sua via de faz de conta, agora vigiada pela burocracia de uma enorme comissão paritária de consolação e animada pela tecnocracia do INA, que esgota acções de formação a 200 euros por cabeça, por dois dias de banalidades.


Maria de Lurdes Rodrigues, salva das cordas nem ela sabe como, voltou ao que era, isto é, à demagogia, à falácia, à culpabilização dos professores ou ao silêncio, nos casos em que uma comunicação social, geralmente generosa, a confronta com a realidade.


Sobre um documento do seu próprio ministério, que reconhece a existência de amianto nas coberturas de 59 por cento das escolas portuguesas, mais não disse que esta cínica frase: 'Felizmente que o mundo das escolas é melhor do que os títulos dos jornais e não se reduz a eles.' Como se o amianto não fosse uma substância altamente cancerígena, mandada retirar dos edifícios públicos pelas instâncias europeias e pela Assembleia da República e ela, ministra, não devesse explicações aos pais das crianças que frequentam essas escolas.


A propósito da recente conferência internacional sobre o ensino da Matemática, ocorrida em Lisboa no quadro do PAM (Plano de Acção para a Matemática), a inefável ministra veio dizer que o insucesso escolar custa ao Estado 600 milhões de euros. Mas não disse como chegou a esse número. Tendo por referência os 7093,8 milhões de euros que constituem a totalidade da dotação do seu ministério, dificilmente se aceita tal valor como razoável. Mas lá que serve para defender o fim dos chumbos (não me admirarei se o vir decretado a breve trecho) serve. Da torrente de declarações públicas em que a ministra tem sido pródiga após o 'entendimento', duas são autênticas pérolas: 'facilitismo é chumbar, rigor e exigência é trabalho' e 'os chumbos são um mecanismo retrógrado, antigo'. Subjacente a esta demagogia está, mais uma vez, uma acusação implícita aos professores que chumbam os seus alunos. Qual é o modernismo que a ministra opõe ao que qualifica de retrógrado e antigo? Entendamo-nos: a missão da escola é ensinar a todos os alunos que a demandam aquilo que está previsto. Mas a sua responsabilidade também é certificar, para utilização da sociedade, o conhecimento que os jovens aí adquirem. Dizer que o possuem sem o terem é uma fraude. Ora o discurso demagógico e pouco claro da ministra, a este propósito, parece fazer a apologia dessa fraude. O problema de gestão educacional com que nos confrontamos é o de saber como fazer para que cresça o número dos que realmente aprendem o que é suposto aprender e não abolir os chumbos, por serem retrógrados. Muito do que politicamente este Governo tem decidido não se orientou para a maior e melhor aprendizagem dos alunos. É por isso que chumbar a ministra da Educação não é retrógrado. É uma inevitabilidade que o 'entendimento' apenas protelou.

Professor do ensino superior


14.05.2008, Santana Castilho, in Público

publicado por Margarida às 23:49

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Sábado, 29 de Março de 2008

E mais doutrinação e propaganda

O Secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, no fórum sobre violência escolar, organizado pela rádio TSF

O discurso do Valter Lemos evidencia uma clara orientação doutrinária e de propaganda, que me atravo a designar de pobre e doentia. É um discurso formatado para a apresentação e defesa de princípios consensuais, mas na prática, esses princípios, são contrariados pela legislação aprovada.

"Como sabe, basta ver o novo Estatuto do Aluno para se perceber que a autoridade dos professores é em muito reforçada.

Dos professores, de cada um dos professores, dos presidentes dos Conselhos Executivos, dos directores das escolas.

Foi para isso aliás que se fez a alteração ao Estatuto do Aluno.

Mas a alteração fundamental, aquilo que é mais essencial na alteração do Estatuto do Aluno, foi a alteração dos aspectos relacionados com a capacidade que os professores, os directores de turma e os directores de escola têm.

Estes passam a ter uma capacidade maior de intervir, de poder actuar em tempo útil, punir comportamentos inadequados, e comunicar com outras entidades."

 

Basta ver o Estatuto do Aluno para se perceber que nada disto é verdade.

A verdade é que este Estatuto do Aluno desvaloriza o papel do Conselho de Turma na tomada de decisões e subordina a tomada das principais medidas à decisão das DRE's .

Quem acompanhou o caso do Carolina Michaelis comprova que todo o processo foi conduzido pela DREN, assim como, a celeridade na tomada de decisão se ficou a dever à mediatização.

Será que este senhor acredita realmente no que diz ou  tudo faz parte da encenação?

publicado por Margarida às 01:29

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Quinta-feira, 27 de Março de 2008

Novo Estatuto do Aluno visto por Daniel Sampaio

Daniel Sampaio em entrevista à SICN , considerou o novo Estatuto do Aluno uma "monstruosidade do ponto de vista pedagógico e do ponto de vista legal".

É pública a posição dos professores relativamente ao novo Estatuto do Aluno, que consideram, potenciador de facilitismo por parte dos alunos e diminui a autoridade dos professores, pelo que, as palavras de Daniel Sampaio não trazem nada de novo. O que nos espanta é que tenha demorado tanto a tomar uma posição. Mas antes tarde que nunca.

Espanta também que, quem ao longo de décadas se bateu pela escola dos brandos costumes, da desculpabilização e justificação dos comportamentos e atitudes pela teoria dos afectos, inverta, agora, o seu discurso para assumir a necessidades de posições mais assertivas. Reforça a ideia de que cada acto, em qualquer idade, tem as suas consequências e a impunidade é um grave erro educativo. 

Daniel Sampaio é mais uma poderosa voz  a confirmar a preocupação dos professores, face à política irreflectida do Ministério da Educação e a concluir que, o discurso de autonomia do governo não corresponde à realidade das escolas.

 

Vídeo , SICN

Estatuto do aluno - Lei nº3/2008

 

 

publicado por Margarida às 18:41

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Sexta-feira, 7 de Março de 2008

Efeitos das faltas suspensos

O Ministério da Educação adiou para o próximo ano lectivo a aplicação do artigo referente às faltas do novo Estatuto do Aluno, para que as escolas adeqúem os regulamentos internos à legislação recentemente publicada. http://www.educare.pt

Aos Conselhos Executivos das escolas que, tão prontamente, se apressaram a cumprir as directivas da tutela, no que diz respeito ao Novo Estatuto do Aluno, aqui têm mais uma manifestação do pouco crédito que esta equipa ministerial nos deve merecer...

 

publicado por Margarida às 11:32

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Sábado, 23 de Fevereiro de 2008

Aplicação do novo estatuto do aluno

Lei n.º 3/2008 de 18 de Janeiro

 

A leitura do documento permite concluir que a aplicação do novo estatuto do aluno, carece de uma profunda alteração, nesta matéria, ao Regulamento Interno das escolas.

O mesmo diploma prevê que essas alterações possam ocorrer até ao final do presente ano lectivo.

Artigo 2.º

Norma Transitória

Os regulamentos internos das escolas em vigor à data do início da vigência das alterações ao Estatuto do Aluno, operadas pela presente lei, devem ser adaptados ao que nela se estatui, nos termos estabelecidos no artigo 6.º do Decreto -Lei n.º 115 -A/98, de 4 de Maio, até ao final do ano lectivo em curso.

 

 Assim, a aplicação do novo estatuto do aluno acontecerá , em cada escola, após a revisão do seu Regulamento Interno.  

Na minha modesta interpretação, parece-me despropositado o tom de agressividade e prepotência, próprio dos totalitarismos, usado neste comunicado da CONFAP , em nada conducente a uma relação de cooperação e colaboração com as escolas.

Há por cá, quem tenha muito mau  feitio...

 

publicado por Margarida às 11:58

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