Sexta-feira, 16 de Janeiro de 2009

Sugestões... A força do silêncio

No Blog bioterra do João Soares

 

Organizem-se, juntem-se e no dia 19,dirijam-se a meio da manhã para o centro das vossas cidades e vivam a nossa presença e a vossa cidade, mas em silêncio.
9. Os membros dos órgãos de gestão podem aderir à Greve não comparecendo na escola?- SIM! A forma de aderir à Greve por parte dos membros dos órgãos de gestão é a mesma que foi referida para qualquer outro docente.
Dirijo-me aos indecisos, dirijo-me aos conformados, dirijo-me aos que Acreditam!!!
Hoje, sábado e domingo. Reflictam um pouco mais...creio que é uma chance única.
É chegada a hora!!! Não deixem de sonhar...
Colegas: vamos aceitar a divisão da carreira...uma avaliação com base nas quotas?
O silêncio por vezes é intenso e reactivo, tão duro ou mais que o aço da humilhação a que jamais temos assistido em toda a nossa vivência enquanto professores.
Como a Marcha do Sal de Gandhi...agora faríamos a marcha do Silêncio. Não percam a Esperança e vamos para a rua, mostrar a nossa indignação. Divulguem por TODOS os professores!

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publicado por Margarida às 14:40

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Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

No blog do Nelson Costa

Os governantes da mais sul-americana das republicas europeias não têm definitivamente vergonha. Desta vez , resolveram ressuscitar o cadáver de Goebbels para, mais uma vez , tentarem manipular as consciências de um povo que tomam  por embrutecido.

Mas tanto? È bem possivel.

Lembrem-se que falamos de pessoas  que viram  em manifestações públicas tâo esmagadoras e reveladoras como foram as nossas, alegres piqueniques de gente parva e ociosa.

Enganam-se. A política do " uma mentira mil vezes repetida é uma verdade ", que fez a fama e o proveito do Ministro da Propaganda do regime de Hitler, a que, no dia de hoje, recorreram, ainda em nome do Socialismo, os mediocres e pouco imaginativos burocratas do Ministério da Educação, é apenas mais um pequeno acto suícida com pré-aviso. Chamaram gota de água ao tsunami que os vai afogar e não sabem que se dirigem para as ondas. A verdade é que com tanta reviravolta já nem sabem para onde vão. Estão tontos, coitados...

Pelo meu lado nem preciso de argumentar. Quando se pretende descredibilizar a maior greve de sempre de um grupo profissional, afirmando que as escolas estão abertas e a funcionar, esquecendo-se sibilinamente de referir, que estão vazias, já não é apenas má fé ou inépcia política. É o desnorte absoluto dos que se já sentem a prazo. Dos que sabem que a guia de despedimento vai a caminho assinada por todos os professores deste país.

Coisa rara, esta foi sem dúvida a verdadeira reforma que este governo introduziu na classe: Uniu-os  na defesa da escola pública e na luta por um estatuto que corresponda à  importância que a sociedade atribui à função docente. Nem mais, nem menos.

Que este vai ser um processo longo e desgastante já o sabíamos. Até porque o que está verdadeiramente em causa não é nem nunca foi  a questão da avaliação.

O modelo proposto pelo Ministério é tão desadequado e absurdo que se  tornou numa anedota nacional. Já ninguem defende aquela que era a pérola do novo estatuto. A menina dos olhos dos nossos governantes. Por isso o deixaram cair a troco de nada. Nunca o conseguiriam impor e muito menos aplicar.

Depois da vitória de hoje, é tempo de sermos claros. Porque todos sabemos que nesta luta o que importa são outras coisas.

 É a politica educativa , é  o futuro da escola pública , é a tentativa de institucionalizar um sistema de castas numa carreira que sempre foi única , porque únicas e cooperativas são as funções que desempenhamos.

São as quotas... é no fundo tudo aquilo que consideramos ser injusto,depreciativo e insultuoso. Podem confirmar que está tudo no Estatuto.

Agora mais que nunca é preciso não desistir. Nem mesmo relaxar.

A próxima luta será sempre a mais importante. Encarem-na como um bom e seguro investimento. Bem melhor que jogar na Bolsa...

publicado por Margarida às 00:16

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Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

Ministério da Educação diz que não aceita «ultimatos»

Os sindicatos reclamam uma adesão de 94%. O Ministério da Educação fala em 61% e destaca que apenas 30% das escolas estiveram encerradas. Depois da guerra dos números fica, porém, afastada a ideia de uma cedência. «Não aceitamos ultimatos», afirma o secretário de Estado Valter Lemos.

 

O secretário de Estado da Educação, Valter Lemos, reconhece que a adesão à greve dos professores «foi significativa», mas rejeita a ideia de que haja um caos nas escolas e sublinha que o Governo não vai ceder «a ultimatos».

 

Lemos assegura que as escolas não estão a ser afectadas pela contestação dos professores às políticas do Ministério e diz-se confiante de que «apesar das discordâncias, os professores cumpram as suas obrigações profissionais».

«Não vale a pena criar a ideia de que há um caos nas escolas, porque isso é falso», afirmou o governante, em conferência de imprensa.

 

 

Guerra de números e de métodos de contagem.

 

Confrontado com as contas dos sindicatos – que apontam para uma adesão à greve próxima dos 94% -, o Governo contrapõe com uma estimativa de 61%.

«Os números finais só poderão ser definitivamente apurados decorridos cinco dias», adverte o Ministério da Educação em comunicado, na linha do que o secretário de Estado Jorge Pedreira já tinha afirmado ao referir que «alguns professores podem vir a justificar a falta por outros motivos».

 

Um procedimento que o Governo não tem adoptado noutras paralisações da função pública – em que têm sido avançados números no próprio dia da greve.

Na guerra dos números, o Ministério da Educação usa outro dado: apenas 30% das escolas estiveram encerradas, quando os sindicatos tinham anunciado uma «paralisação total».

Num email que a Direcção Regional de Educação do Centro (DREC) dirigiu, esta quarta-feira, às escolas sublinha-se mesmo que «quando não há actividades lectivas, mas os restantes serviços estão assegurados (…) o estabelecimento não pode ser considerado encerrado».

 

Uma interpretação que a Federação Nacional de Professores (Fenprof) considera «extraordinária».

«As escolas existem para que as crianças tenham aulas e outras actividades de carácter escolar», sublinham os sindicalistas, questionando a concepção de escola por trás desta declaração: «Ou será que a concepção de escola perfilhada no Ministério da Educação admite o pensamento que sustenta o email da DREC?».

 

 

DREN de Margarida Moreira com adesão recorde

 

De acordo com o levantamento feito pelo Ministério da Educação, foi no norte que se registou uma maior adesão à greve.

Segundo números divulgados pelo gabinete de Maria de Lurdes Rodrigues, na zona correspondente à Direcção Regional de Educação do Norte (DREN), liderada por Margarida Moreira, 90% dos docentes não deram aulas.

 

Já a zona centro foi aquela em que mais estabelecimentos de ensino estiveram encerrados. Segundo o Ministério, 44% das 399 escolas da DREC não chegaram a abrir as portas.

Os mesmos números mostram que o Alentejo foi a região onde menos professores fizeram greve: só 44,8% faltaram ao trabalho.

 

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publicado por Margarida às 19:26

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